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1820–1905

EPIGRAMA

José Joaquim Correia de Almeida

Um xará de Marco Túlio orou na honrada salinha, mas o aborto de eloquência à luz da imprensa não vinha.

Meu amigo e senhor Cícero (escreve o editor da folha) mande o discurso de sábado, que não é nenhuma bolha.

(Responde o orador) o público tem o dever de esperá-lo! Esse discurso tão célebre inda vou improvisá-lo.

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