Um xará de Marco Túlio
orou na honrada salinha,
mas o aborto de eloquência
à luz da imprensa não vinha.
Meu amigo e senhor Cícero
(escreve o editor da folha)
mande o discurso de sábado,
que não é nenhuma bolha.
(Responde o orador) o público
tem o dever de esperá-lo!
Esse discurso tão célebre
inda vou improvisá-lo.