São tantas as sementeiras
Como as estrelas são tantas...
Ah! que virgens bebedeiras
Vêm dos aromas das plantas.
Nas terras alvissareiras
De novas colheitas santas,
Que brotos de trepadeiras,
Que vinhas quantas e quantas.
Como a seiva e o viço estoura
Pelos campos da lavoura,
Num frenesi de novilho...
Só tu, infecunda e triste,
De gelo, nunca sentiste
Os vivos germens de um filho!