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1861–1898

[Senhor de nobre]

João da Cruz e Sousa

Senhor de nobre alma, tão D’entre os sábios conhecido, De pais excelsos nascido, Aceitai a minha canção.

Probo pai, bom cidadão, Sois dos seres melhor ser Por saber tão profundo ter, Sois ilustre qual Catão.

Recebei esta prova mesquinha De penhor e de oração, Produto da pena minha. Perdoai, mui digno varão,

Se na mente eu pobre tinha Cometer-vos indiscrição.

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