Que venha o duque normando
De castelos escoceses
Com seu ar bizarro e brando
Amar-te os olhos ingleses.
E entre aromas e frescores
E revoadas de abelhas,
Como num campo de flores,
Que esse olhar vibre centelhas.
Que cantem na tua boca
As alegrias radiadas,
Numa ideal rajada louca
De voos de passaradas.
Que como os astros no espaço
Teu encanto resplandeça...
Com pelúcias no regaço
E asas de ave na cabeça.
E que os teus dous seios puros,
Que o amor fecundo beija,
Fiquem cheios e maduros,
Com dous bicos de cerejas.