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1861–1898

Mães

João da Cruz e Sousa

Mães! Sim, as mães são somente aquelas Que atravessam da vida o mar chorando, Que vão desamparadas caminhando Pelo triste calvário das procelas.

Mães! sejam tranquilas, sejam elas As mães do amor universal e brando, Tenham o sentimento venerando Da fé, da crença, celestiais e belas;

Desfraldem elas como um estandarte, Aqui, ali, além, por toda a parte, A esperança vital, com todo o brilho; Que as mães serão as mães da heroicidade

E hão de provar a toda a humanidade Que só as mães tornam herói um filho!

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