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1861–1898

II

João da Cruz e Sousa

Filho! Filho! Adeus, querido, Vou viajar para além, Sejas de Deus protegido... Que sempre me queiras bem.

Vou deixar-te nesta terra, Entregue aos destinos teus; Filho, o que este adeus encerra Só o pode saber Deus.

Levo as crenças em pedaços, Como pedaços de céus. Vou ver mar, vou ver espaços Ver temporais, escarcéus.

Filho amado, vou deixar-te Cá na terra, pelo mar; Porem, crê, de qualquer parte, Crê, meu filho, hei de voltar.

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