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1861–1898

II

João da Cruz e Sousa

Cintila a estrela-d’alva Bem como o olhar do crente! Perpassa no ambiente O fresco olor da malva.

Um tic de lirismo, Simpático e harmônico, Derrama no sinfônico Riacho — um misticismo.

Há músicas supremas, Um mundo de problemas Nos montes seculares. E como um lírio roxo,

A alma em canto frouxo Emigra para os ares.

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