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1861–1898

Foederis Arca

João da Cruz e Sousa

Visão que a luz dos Astros louros trazes, Papoula real tecida de neblinas Leves, etéreas, vaporosas, finas, Com aromas de lírios e lilases.

Brancura virgem do cristal das frases, Neve serene das regiões alpinas, Willis juncal de mãos alabastrinas, De fugitivas correções vivazes.

Floresces no meu Verso como o trigo, O trigo de ouro dentre o sol floresce E és a suprema Religião que eu sigo... O Missal dos Missais, que resplandece,

A igreja soberana que eu bendigo E onde murmuro a solitária prece!...

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