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1861–1898

Besouros...

João da Cruz e Sousa

Marche, marche, marche a verve! Bandeiras, clarins, tambores, Marchar! À poncheira ideal, que ferve,

Sons, aromas, chamas, cores! Cantar! Que este diabo vem, saudoso, Das profundezas do arcano,

Viver! O vinho maravilhoso Da forma raro e renano, Beber!

Vem beber o vinho iriado, O Falerno, claro e quente, Haurir! Num paladar requintado,

Todo inflamado e fremente Sentir! Que o sangue da verve vibre Raja, raja, raja, raja,

Taful! E a alma do sol se equilibre Para que mais sonhos haja No azul!...

Mas este diabo tão fino, Que de tudo dá o acorde Genial! Este caproide genuíno,

Verde, verde, morde, morde, Fatal.

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