Para a tua alma delicada e doce
eu estas rosas delicadas trouxe.
Trouxe-te rosas, divinal criança,
para te perfumarem d’esperança.
Rosas que são toda a minh’alma acesa,
no teu mavioso violino presa.
Rosas com que eu te aplaudo os grandes rastros,
Porque não tenho pássaros nem astros.