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1861–1898

À Giulietta Dionesi

João da Cruz e Sousa

Para a tua alma delicada e doce eu estas rosas delicadas trouxe. Trouxe-te rosas, divinal criança, para te perfumarem d’esperança.

Rosas que são toda a minh’alma acesa, no teu mavioso violino presa. Rosas com que eu te aplaudo os grandes rastros, Porque não tenho pássaros nem astros.

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