Rompe a batalha. Estrídulas trombetas,
Crebros clarins, fanfarras e tambores,
Numa orquestra de rábidos clamores,
Clangoram entre as fúmeas nuvens pretas.
Coruscam lampejantes baionetas,
Troa a metralha em bélicos furores,
E, como um bando de triunfais condores,
Pendões esvoaçam... Rangem as carretas.
Com a fúria do pampeiro, o formidando
Osório, envolto num clarão, soltando
O impávido corcel, da morte em face,
Passa brandindo o gládio de gigante,
Como se fosse um gênio que passasse
Montado num cometa flamejante!