Diante do confessor te ajoelhas, e, tremente,
Uns pecados pueris contas com voz que chora,
Para ficar com a alma azul, resplandecente,
Como o céu ao tomar a comunhão da aurora.
Murmuras em seguida as mais ardentes preces,
Batendo com unção no imaculado peito:
Mas Deus não te ouvirá, por mais que te confesses,
Enquanto eu não perdoar o mal que me tens feito!