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1881–1937

SACRIFÍCIO INÚTIL

Gustavo de Paula Teixeira

Diante do confessor te ajoelhas, e, tremente, Uns pecados pueris contas com voz que chora, Para ficar com a alma azul, resplandecente, Como o céu ao tomar a comunhão da aurora.

Murmuras em seguida as mais ardentes preces, Batendo com unção no imaculado peito: Mas Deus não te ouvirá, por mais que te confesses, Enquanto eu não perdoar o mal que me tens feito!

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