Ia dormindo num esquife estreito...
Passara pela vida tão de leve
Como a violeta que levava ao peito,
Como impoluto flóculo de neve.
Aproximei-me de amargura preso,
E, encontrando-a tão diáfana e tão bela,
Peguei nas alças para ver seu peso:
— Meu coração pesava mais do que ela!