Quando eu te disse o adeus de extrema despedida,
Sob o caramanchel, num plácido recanto,
Tua alma soluçou de súbito ferida
E teus olhos azuis encheram-se de pranto!
Mudo, sem o fulgor de uma divina opala
Nos cílios, abracei-te entre um pungir de abrolhos:
Mas a dor que mais dói é aquela que se cala!
O pranto que mais arde é o que não sobe aos olhos!