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1636–1696

REPETE A MESMA SATYRA.

Gregório de Matos Guerra

Quem aguarda a luxúria do Tucano Também pode esperar a do Lagarto, Se acaso conceber, verá no parto A substância que leva do tutano.

Estes, que se debreiam mano a mano, Disciplinar-se-ão de quarto em quarto, E o que de mais sustância estiver farto, A via busque, que o negócio é cano.

Conheça a Inquisição estas verdades, E como é certo, o que o soneto diz, Paguem-se em vivo fogo estas maldades, Ardendo morram já como Solis,

E como arderam já duas cidades, Ardam Luís Ferreira, e Antônio Luís.

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