Ó meu pai, tu qués, que eu morra?
Co cirro nos estrefolhos
se queixava um negro cono
de ver, lhe fincava o mono
o fodedor dos antolhos:
e revirando-lhe os olhos
dizia a puta cachorra,
desencaixa um pouco a porra,
eu venho a regalar-me,
e tu fodes a matar-me?
Ó meu Pai, tu qués, que eu morra?
Fretei uma negra mina
e fodendo-a todo o dia
a coitada não podia
porém era puta fina:
a porra nela se inclina
inclino com força a porra,
e forcejando a cachorra
ela me disse esperai,
e eu lhe disse chegai,
Ó meu Pai, tu qués, que eu morra?