De repente, e cos mesmos consoantes
Não o fazem Poetas negligentes,
Um Apolo o fará Mestre das gentes,
E vós, Gonçalo, Sol dos Estudantes.
A princípios tão raros, e elegantes
As Musas já se prostram reverentes,
Querendo duplicar-vos muitas frentes,
Porque um laurel não são lauréis bastantes
Canta pois, doce espírito engenhoso,
Nunca a Lira deponhas, nem suspendas,
Porque das nove o coro soberano
Se põem no Sacro Monte deleitoso
Umas, porque Mecenas as acendas,
Outras, porque as emendes Mantuano.