Entre a saída do imortal Osvaldo
E a entrada, a pulso, do assistente Moses,
Esta, da ciência, não aumenta o saldo,
E aquela, ao certo, traz males atrozes.
Por bem que de “cultura” arranje “um caldo”,
E de aplausos consiga algumas doses,
Baldo de nome e de concurso baldo,
Embalde o aclamam protetoras vozes.
Se por sete anos já serviu, persista,
Pois da ciência a Raquel, Labão astuto,
Há de ter por direito de conquista.
Mas espere, sereno e resoluto,
E sempre esta verdade tenha em vista:
Osvaldo por si só, vale o Instituto.