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1866–1918

SEGREDOS... SEGREDOS...

Emílio Nunes Correia de Meneses

Diálogo ouvido anteontem, muito cedo: — O poeta dos “Salpicas” anda torto. — Do pé? Da mão? Das mãos? Dos pés? De um dedo? — Não! Fica ao largo sem entrar no porto...

— Não compreendo. — Pois ouça, mas... segredo! Ele pensa que mata e dá conforto. Porém, se prega a trama e entra no enredo, O Chimarrita, há muito, era homem morto!

— Cada vez, vejo as coisas mais escuras. — Ouça-me a história e, na memória, grave-a. Maximiliano afirma entre mil juras: Prefiro, a pé, subir o alto da Gávea,

Contra mim próprio, ler descomposturas, A ler um elogio ao Rivadávia...

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