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1866–1918

PANTEÃO DOS SATRAPINHAS

Emílio Nunes Correia de Meneses

Curitiba — Um de março — Nota urgente. Panteão dos Satrapinhas. Eu proíbo Esse deboche tão irreverente, De me chamarem lá, chefe da tribo.

Cá por mim eu nem era presidente; Mas o Vicente segurou no estribo, Então montei, mas não estou contente. E entrego esta quitanda sem recibo.

Não gosto dessa história de retrato, Este pensar, já sabem, vem de longe, Sou inimigo de todo o espalhafato. Quero ao Bormann passar, que é o nosso Cronge,

As rédeas do governo, e desbarato. — Doutor Xavier da Silva, vulgo Monge.

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