Dizia Hugo que Napoleão Terceiro,
Era o Estado terciário de tal nome.
Em tal estado aqui, certo mineiro,
Certo apelido que é imortal consome.
Mas este, de tal fama agora herdeiro,
Nem só de glória sente sede e fome:
Cava como qualquer politiqueiro,
Embaindo a quem quer que a sério o tome.
De ar sisudo, solene e perna bamba,
Numa circunspeção de novo Acácio,
Tem os pés para dentro em ar de samba.
O irmão, ao ver-lhe o aspecto paponácio,
Grita orgulhoso: — Que esplendor, caramba!
É mesmo um Zé com muito Bonifácio!