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1866–1918

MAU HUMOR

Emílio Nunes Correia de Meneses

Baldadamente a pena o voo ensaia. Rima chata, estro escasso, metro rombo. Quase a mim mesmo dou tremenda vaia: É o humorismo a rolar de tombo em tombo.

Nada é grande. Há por tudo a ínfima arraia. É um zunido o que outrora era um ribombo. Definham o nariz do Augusto Maia E o nariz do Ribeiro da Colombo.

Do Arrojado, as mil barbas de agareno Não dão, nem mais a pequenina broxa Do aparadinho andó do Galvão Bueno. Só grande é a estupidez que hoje me arrocha

E batatas espalha em meu terreno, Como se eu fosse o Figueiredo Rocha.

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MAU HUMOR · Emílio Nunes Correia de Meneses · Poetry Cove