Conhecem, por acaso, o Monteirinho
Que é Antônio, que é Monteiro e que é de Souza?
Pois não é para aí um qualquer cousa
De baixo preço ou de valor mesquinho.
Assim mesmo tostado e mascavinho,
Numa poltrona do Monroe repousa,
Calado e quedo qual funérea lousa,
A apanhar perdigotos do vizinho.
Cabritinho de mama já esgotada,
No tapete não solta as azeitonas
E só espera o momento da marrada.
Dele, a exibir as alentadas lonas,
Diz o Lopes Gonçalves Tonelada:
Ai! cabrito cheiroso do Amazonas!