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1866–1918

DOMINGO QUENTE

Emílio Nunes Correia de Meneses

Isto não é um domingo, é um crematório. O vento é o bafo de algum forno aéreo. Cada trabalho é um desperdício inglório, Tem cada esforço a marca de um cautério.

Mas, afinal de contas, cebolório! Quem, clima tal, pode levar a sério? Sinto na alma o tostado do Sertório, E na pele o queimado do Hemetério.

O Hemetério dá assunto... Mas precário. Dizer-se que ele é branco e é preto o lírio? Desse tema já tem ele um rosário. Estes “Salpicos” são o meu martírio!

Ah! Lembro agora o nosso pobre erário: O Pandiá, finalmente, é grego ou sírio?

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