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1866–1918

A. J.

Emílio Nunes Correia de Meneses

Para o teu nome a fórmula sintética Vou fazer, ó de Ulisses companheiro, Sem fugir às leis clássicas da estética E partindo da análise primeiro.

Tiraste os quatro pés (isto é dialética) Do verso asclepiadeu e, prazenteiro, Ao jâmbico emprestando rima poética, Eis-te agora Asclepíades Jambeiro.

Dos quatro pés ficou-te a inteligência Pois é nela que mora o asclepiadeu, Diverso apenas pela desinência. Da alma ao corpo a tua métrica desceu

E, conforme as leis da arte e as leis da ciência, Dáctilo tens um pé e outro espondeu.

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