Com violência bruta levantado
O Mártir pela dor desfalecido,
Nem uma queixa tem, nem um gemido
Do coração em mágoas afogado.
A custo os olhos abre; um “ai” magoado
Entre ameaças chega-lhe, dorido;
Volve o olhar sereno, amortecido...
A mãe divisa em pranto amargurado.
Ela os braços lhe estende... O Filho, ao vê-la,
Nos braços quer, embalde, recebê-la,
Que mão cruel, sacrílega os separa!
Do seio maternal explode um grito:
“Meu filho!”... e o eco morre no Infinito,
Levando aos Céus aquela dor amara!...