Skip to content
1854–1932

Untitled

Delminda Silveira de Sousa

Arcanjos divinais, que os hinos santos da Sião imortal cantais ferventes de vossos plectros douro refulgentes, dai-me um raio celeste aos pobres cantos!

Vós, que os lírios mimosos da Poesia entre as urzes da terra desparzis, a minh’alma banhai nessa harmonia que das célicas harpas desferis.

Arcanjo da Poesia! — Ó Ser divino, que do vate cristão preside aos cantos, — unge meus versos c’os perfume santos que os Magos foram dar ao Deus Menino!

Cookies on Poetry Cove

We use cookies to remember your language preference and — only with your consent — to learn how Poetry Cove is used. You can change your mind any time.
Untitled · Delminda Silveira de Sousa · Poetry Cove