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1854–1932

Um se bate com denodo,

Delminda Silveira de Sousa

Um se bate com denodo, Cruel cansa defendendo. Em meio do sangue todo de mim bravos sucumbidos,

entre horrores de gemidos Um se bate com denodo. Mas cada gota de sangue do peito que verga exangue

àquele que vai morrendo é a lágrima dorida de um herói que perde a vida, Cruel cansa defendendo.

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