Quantas vezes um suspiro
Traio que noss’alma sente!
Quantas vezes no respiro
da brisa vem um lamento!
no rumorejo do vento
quantas vezes um suspiro!
Assim no peito em que existe
um coração meigo e triste,
um coração que não mente,
foge a voz d’acerba dor
no — ai — que, traindo amor
traio que noss’alma sente!