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1854–1932

PÁGINAS PATRIÓTICAS

Delminda Silveira de Sousa

A brisa pelas matas rumoreja vozes suaves que repete a fonte; Um ai sereno, da planície ao monte mais brando e grato o Coração bafeja.

Dormita o mar... é límpido o horizonte e o céu azul; no solo que verdeja há um sonhar d’esperança benfazeja com o sorri dum dia que desponta.

Paz! — ó visão consoladora e amada! Vem derramar na terra angustiada do teu Amor o bálsamo, a Piedade! Um transformar em hinos d’esperança

ao fraternal abraço d’Aliança, esse gemer d’aflita humanidade!

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