A brisa pelas matas rumoreja
vozes suaves que repete a fonte;
Um ai sereno, da planície ao monte
mais brando e grato o Coração bafeja.
Dormita o mar... é límpido o horizonte
e o céu azul; no solo que verdeja
há um sonhar d’esperança benfazeja
com o sorri dum dia que desponta.
Paz! — ó visão consoladora e amada!
Vem derramar na terra angustiada
do teu Amor o bálsamo, a Piedade!
Um transformar em hinos d’esperança
ao fraternal abraço d’Aliança,
esse gemer d’aflita humanidade!