Oh, Amor meu sublime e bendito
Que na terra deixou-nos Jesus!
— Doce raio de Sol Infinito
Que descera do alto da Cruz.
Oh, centelha imortal da Verdade,
— Luz fulgente do Amor divinal —
Nossa estrela tu és, Caridade
És das almas o guia, fanal!
— Amor — só às almas ensina
Lhes dizendo — “constantes amai-vos”
Neste Vale que a Dor só propina
Corações desse ensino lembrai-vos.
Terezinha, ó Esposa dileta,
Açucena do Altar de Jesus,
Numa nuvem de rosas, seleta,
Para o Céu nossas almas conduz!
Teu viver só — Amor — foi na Terra,
E num sonho de Amor foste ao Céu:
Nesse Amor nossas almas encerra
Terezinha, oh, bendita de Deus!