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1854–1932

O café

Delminda Silveira de Sousa

De níveas estrelas Grinaldas mui belas; Vi, no cafeial; Depois, que surpresa!

Toda essa beleza Mudada em coral! As flores de neve Que a brisa de leve

Passando beijou, Em frutos corados, Gentis, delicados O tempo mudou!

E o fruto mimoso, Gentil, gracioso, Depois transformado No puro café,

À mesa se vê, Por todos gabado! Café precioso, Café saboroso,

Eu venho saudar-te! Café brasileiro, Tão rico — o primeiro, És, em toda parte!

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