Oh! mar! — ingrato mar qu’espedaçaste
do teu cantor a fronte engrinaldada
co’as rosas de celestes harmonias... —
Ah! ruge! ruge em vão, que em vão quebraste
do meigo vate a lira sublimada!
Pois não morre a memória venerada
do Cantor imortal — Gonçalves Dias!