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1854–1932

Num álbum de retratos

Delminda Silveira de Sousa

Oh! mar! — ingrato mar qu’espedaçaste do teu cantor a fronte engrinaldada co’as rosas de celestes harmonias... — Ah! ruge! ruge em vão, que em vão quebraste

do meigo vate a lira sublimada! Pois não morre a memória venerada do Cantor imortal — Gonçalves Dias!

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