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1854–1932

Nos páramos do infinito.

Delminda Silveira de Sousa

Nos páramos do infinito. Levanto os olhos, medito, à noite, quando o luar estende o doce brilhar

nos páramos do infinito. — Como é lindo o firmamento com seu brilhante ornamento, com seus mistérios profundos!

Que serena majestade! E, entanto — na imensidade Giram milhares de mundos!

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