Neste recinto ameno e verdejante
Pelo sol da manhã sempre doirado,
Vamos, de cada arbusto exuberante,
Colher um ramo novo, perfumado.
Há bogaris e cravos deste lado!
Daquele, roseiral pouco distante,
Aonde oculta o ninho abençoado
De beija-flores um casal amante.
Oh! que ambiente puro e salutar
Feito d’aromas, de doçuras feito
Enche de graça e amor este lugar!
Ai! quem pudesse, de um “Amor-perfeito”,
Como esta borboleta repousa
No delicado, perfumoso leito.