Infeliz de quem suspira
Por ganhar prêmios de amor.
Nas cordas da meiga lira
de Tasso a alma gemia,
a brisa além repetia:
— Infeliz de quem suspira!
Ai! si do bardo delira,
do ímpio fado ao rigor,
a mente com tal ardor,
ansioso o coração
suporta dura aflição
por ganhar prêmios de amor!