Vem o Estio: morrem as flores
Ao sol ardente;
Murcham os tenros, lindos verdores,
E dos ribeiros seca a corrente.
Os passarinhos, a tais rigores
Buscam a mata densa, frondente;
As próprias feras enlanguescidas,
Lá na floresta
Buscam as negras, fundas guaridas
Temendo a calma que tudo cresta!