Da triste enferma junto ao pobre leito,
velava a Irmã solícita, amorosa,
aquela frágil vida, vaporosa,
que foge ao tenro, delicado peito.
A imagem divinal do Esposo eleito
beija a cândida esposa fervorosa,
enquanto aos Céus a alma carinhosa
voa-lhe, em preces de um amor perfeito.
Jesus, do Céu, mais jubiloso e amante,
inclina a bela face radiante,
baixa o olhar d’infinda piedade.
E a divina bênção, protetora,
banha de luz a fronte cismadora
de Sóror Ida — Flor da Caridade!