Tão pequenino, imbele e delicado,
Tão grande, e forte, excelso e poderoso!
— Ele! — o Menino-Deus! Oh! portentoso,
Mistério divinal — Deus humanado!
Ali, — humilde e pobre — o Desejado
Entre os humildes foi buscar repouso!
Mas, que esplendor o cerca majestoso —
É meia-noite, e sol parece nado!
A terra era um altar, um sólio ingente,
De onde d’Universo o Rei poente
Do Eterno a glória desdobrava em Luz!
Era a Bênção Divina do Criador
Que ao mundo ingrato dava um Redentor
Dando-lhe a vida, dando-nos Jesus.