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1854–1932

Desfeitas as ilusões

Delminda Silveira de Sousa

Desfeitas as ilusões Suspira o bardo saudoso. Amargo pranto, aflições, eis o que resta na vida

à alma triste, dorida desfeitas as ilusões, Adeus, ó sonho fagueiro, lindo porvir feiticeiro,

do meu cisma enganoso na lira dos seus amores pungindo de acerbas dores suspira o bardo saudoso.

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