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1854–1932

Deixa...

Delminda Silveira de Sousa

Como frouxo luar que se derrama sereno, docemente, na campina, dos teus olhos se esparze a luz divina com que minh’alma se embriaga e inflama:

Suave, como o sonho de quem ama, lisonjeira esperança me fascina, e a fé tão pura que o teu riso ensina a um Éden de amor minh’alma chama.

Oh! — dá que nunca minta o brilho ameno que se difunde destes olhos belos, formosos como o Céu de azul sereno... Deixa-me sempre carinhosos vê-los,

enquanto neste mundo eu triste peno a viver de ilusões, sonhos e anelos!...

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