Melhor que o beija-flor no brando ninho,
“Nini”, o pequenito, repousava
no maternal regaço que o abrigava
como alvo berço, em maciez de arminho.
E brincando a sorrir, o pobrezinho
co’a pequenina mão acarinhava
aquele seio — flor que lhe guardava, —
os nectários da vida, do carinho.
Mas, qual da rosa espinho despiedado,
invejoso alfinete se atreveu
a picar-lhe o dedinho alvo e rosado...
Um grito soa; o sangue já correu;
porém materno beijo apaixonado
tudo sanou qual bálsamo do Céu!