Generosos consócios, perdoai,
Se minha voz não pode, com firmeza,
Nesta emoção de que minh’alma é presa.
Dizer-vos tudo o que ness’alma vai.
Confuso, meu espírito se retrai
Do gesto vosso ante a gentil nobreza;
Mas de entusiasmo a chama acesa
Faz reviver o sonho que s’esvai...
D’um Imortal a égide protetora
Eu sinto junto a mim, consoladora
Em fraternal carinho, a dar-me alento;
E confiante, a este Templo augusto,
Tardia, embora, chegue, embora a custo,
Ao batismo de luz eu me apresento!