Skip to content
1854–1932

Amar e não ser amado.

Delminda Silveira de Sousa

Amar e não ser amado. Ó coração desprezado, não desperdices amor, que é sofrer inútil dor

amar e não ser amado! Ah! si fores compensado, ama! — embora alanceado dos espinhos da paixão;

mas ingrata indiferença que o teu amor não compensa, não suportes, coração!

Cookies on Poetry Cove

We use cookies to remember your language preference and — only with your consent — to learn how Poetry Cove is used. You can change your mind any time.
Amar e não ser amado. · Delminda Silveira de Sousa · Poetry Cove