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1854–1932

À doce feição da brisa

Delminda Silveira de Sousa

À doce feição da brisa corre a gôndola faceira! Cai a flor no manso lago, e suavemente desliza,

das águas ao brando afago, à doce feição da brisa. Assim no luar sereno, aos sons d’alma canto ameno,

de terna lira fagueira, na calma da Natureza pelos canais de Veneza corre a gôndola faceira!

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