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1854–1932

À Bandeira Nacional

Delminda Silveira de Sousa

Desdobra-te gentil! — amplia-te! — fulgura D’esperanças enflora a Pátria brasileira, — Pavilhão imortal! — Intrépida Bandeira Que ao livre povo ensina a trilha da ventura!

Depois que o belo Sol da Liberdade pura Beijou-te apaixonado, ó noiva alvissareira, Erguendo senhoril a face prazenteira De glórias um porvir apontas, mais segura.

Desdobra-te gazil, cercada d’esplendores! Desvenda esse porvir de louros e de flores À nova geração que te saúda crente. E diz no teu fulgor, e di-lo ao mundo inteiro,

— No bravo coração de cada brasileiro, Eu tenho um pedestal, um culto eternamente!

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