Pátria! venho sagrar-te n’harmonia
da minha lira humilde, ardente canto;
são puras rosas de um afeto santo
que reverente te oferto neste dia.
Hinos e flores, sonhos de alegria,
doces memórias de um passado encanto,
dos brasileiros peitos o quebranto
hoje dissipam, como por magia!
Sim; — que não pode o coração fervente
do amor que te sagra, indiferente
recordar os lauréis da tua glória,
pois de teus filhos n’alma está gravado
o triunfo maior do teu passado,
como o ficou nas páginas da História!