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1854–1932

15 DE NOVEMBRO

Delminda Silveira de Sousa

O sol era no ocaso... No horizonte Erguem-se nuvens de fatal tormenta; O mar murmura... a brisa triste, lenta, Os ecos leva desde o val ao monte.

Há sombras de tristeza em cada fronte Oh! que receio as almas apoquenta... Os corações o susto desalenta, Embora o dia festival desponte.

Mas, do Céu desce o anjo protetor Da Terra do Cruzeiro, salvador, E a Paz envolve a Terra senhoril! E, altiva, soberana, a Liberdade

Desfraldando o Pendão da Igualdade Saúda o forte invicto Brasil.

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15 DE NOVEMBRO · Delminda Silveira de Sousa · Poetry Cove