E se por fim, Pastora,
Duvidas de minha ânsia,
Se em ti não há constância,
Minha alma o vingará.
Farei que o Céu se abrande
Aos ais de uma ânsia grande:
Mas quando é que tu viste
Um triste
Respirar!
Cookies on Poetry Cove
We use cookies to remember your language preference and — only with your consent — to learn how Poetry Cove is used. You can change your mind any time.