Vibram na sua voz clara de criança,
Com o canto dos boukolos sicilianos
Todos os sentimentos sobre-humanos,
Dos nômades musards da antiga França!
Deus a conserve assim, por muitos anos,
Muito alva, muito meiga e muito mansa
Dando aos desesperados a esperança
De algum dia destruir seus desenganos!
Vem, mas vem, como Vésper, vem rasgando
Todas as tardes, com o seu brilho brando,
A última obscuridade e o último véu...
E, vindo inteiramente iluminada,
Parece que caiu sobre a calçada
Um pedaço magnífico do céu!